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Ex-secretário Kácio Clay vai responder em liberdade

Ex-secretário Kácio Clay vai responder em liberdade
outubro 06
07:51 2017

O ex-secretário de Desenvolvimento Social de Ilhéus, Kácio Clay Silva Brandão, preso na Operação Citrus, saiu do Presídio Ariston Cardoso em Ilhéus, sul da Bahia, na tarde de terça-feira (3), após seis meses de reclusão. A informação foi passada ao G1 pelo advogado Carlos Alexandre Brandão, que é irmão de Kácio e integra a defesa dele.
De acordo com o advogado, a soltura ocorreu após a Justiça acatar o pedido de Habeas Corpus em nome do ex-secretário. Kácio deixou o presídio por volta das 15h30, segundo a defesa. A partir de hoje, o ex-secretário irá responder ao processo em liberdade, em Ilhéus.
Ele vai cumprir penas alternativas, com algumas restrinções de horários e viagens que ainda serão determinados pela Justiça. Kácio é contabilista e vai continuar trabalhando na área, segundo o advogado.
A Operação Citrus, do Ministério Público da Bahia (MP-BA), apura um esquema de superfaturamento que desviou R$ 20 milhões da prefeitura de Ilhéus. A investigação é sobre fraudes em licitações de compra de materiais de escritório e alimentos, entre 2009 e 2016.
O empresário Enoch Andrade também preso na operação continua em reclusão, aguardando o julgamento do pedido de Habeas Corpus pela Justiça. Já o ex-vereador e também ex-secretrário de Desenvolvimento Social da cidade, Jamil Ocké, foi solto em 30 de agosto, depois de cinco meses preso.
Operação
Por conta das fraudes, escolas municipais receberam, no ano passado, carnes vencidas desde 2014 que seriam utilizadas para merenda escolar. O alimento, no entanto, não chegou a ser distribuído para as crianças porque o Ministério Público da Bahia (MP-BA) descobriu a irregularidade.
Enquanto o grupo fraudava licitações e superfaturava contratos municipais, escolas de Ilhéus permaneciam com problemas de infraestrutura e alunos sem alimentação.
Por meio de nota, a prefeitura de Ilhéus informou que a operação do MP não tem relação com a atual administração. De acordo com a gestão do município, os mandados de busca e apreensão são referentes ao período de gestões anteriores, entre 2009 e 2016.
A Câmara dos Vereadores também emitiu uma nota e informou que colaborou com a operação prestando todas as informações necessárias. De acordo com o MP-BA, a investigação começou em 2015, mas o grupo já atuava desde 2009.

Kácio Clay Silva Brandão irá responder ao processo em liberdade

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