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Palestra na FMT aborda os impactos das reformas para a classe trabalhadora

Palestra na FMT aborda os impactos das reformas para a classe trabalhadora
maio 19
07:53 2017

Preocupados com os impactos que as Reformas da Previdência e Trabalhista, anunciadas pelo Governo podem causar a toda a classe trabalhadora do Brasil, o curso de Serviço Social da Faculdade Madre Thaís (FMT), promoveu na noite de quarta-feira, uma palestra reunindo o assistente social e coordenador da Comissão de Previdência do Conselho Regional de Serviço Social, Charles Travezani de Jesus, a assistente social, advogada e professora da FMT, Fabiana Valéria Ribeiro Teixeira e a professora e advogada, Carla Bracchi.
A palestra “Os impactos das reformas previdenciária e trabalhista para o conjunto da classe trabalhadora”, foi realizada no auditório Dr. Cid Gesteira, no térreo da Faculdade, situada na Av. Itabuna, 1491, integrou as reflexões sobre o “Dia do Assistente Social”, comemorado em 15 de maio. Na abertura do evento a professora Andrea Sauer, coordenadora do curso de Serviço Social, na FMT, classificou as propostas como “o maior ataque aos direitos da população trabalhadora e a democracia”.
O objetivo é ampliar a discussão sobre os retrocessos que as propostas causarão na vida dos trabalhadores do campo, da cidade, do setor público e privado, caso sejam aprovadas. “As reformas propostas por esse governo, se aprovadas, causarão estragos irreversíveis a todos os trabalhadores do nosso País, seja da iniciativa privada, da área rural, autônomos ou do serviço público, especialmente os mais humildes. Por isso, vamos debater e levar ao conhecimento de toda a população o risco que estamos correndo,” frisou a professora Carla.
“A proposta da Reforma da Previdência prevê, dentre várias mudanças, a obrigatoriedade de os estados criarem fundos de previdência complementar para novos servidores, a exemplo do que fez a União. Com isso, os funcionários terão o benefício limitado ao teto do INSS, podendo receber um complemento se quiserem aderir ao fundo. Já a Reforma Trabalhista, altera a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), em vigor desde 1.943. Pela proposta, terá alteração na jornada de trabalho, nos modelos de contratação, no FGTS, no parcelamento de férias dos trabalhadores, entre outras medidas que, mais uma vez, irá prejudicar os trabalhadores,” destacou o representante do Conselho Regional de Serviço Social.
“O modelo constitucional de seguridade social adotado no Brasil abrange as políticas públicas sociais de saúde, previdência e assistência social e tem o caráter solidário e distributivista, inclusive em consonância com os objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil, expressos na Constituição Federal, sobretudo construir uma sociedade livre, justa e solidária; erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais; promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação” reflete a professora da FMT, Fabiana Valéria.
Palestrantes e professores enfatizaram que a “as informações divulgadas pelo governo, através dos meios de comunicação, têm ocultado a intenção de convencimento da população pelo terror, pela ameaça de um caos”.

As reformas são o maior ataque aos direitos da população trabalhadora e a democracia. (Foto).

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