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IPAC restaura e revitaliza Igreja do século XVI

IPAC restaura e revitaliza Igreja do século XVI
maio 26
07:37 2017

Acompanhar o trabalho já realizado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Cultural (IPAC) de restauração e revitalização da Igreja Matriz de São Miguel Arcanjo, em Itacaré, bem como firmar novas parcerias para a continuidade das obras desse importante patrimônio histórico e cultural da Bahia. Esse foi o objetivo da visita realizada na manhã da última sexta-feira pelo prefeito de Itacaré, Antônio de Anízio, secretários municipais e dos representantes do IPAC, acompanhados do padre da Paróquia de São Miguel Arcanjo, Ednaldo Cardoso.
Nessa primeira etapa foram quase 15 meses de trabalho intenso de pesquisa e restauração, contando com a vistoria e orientação técnica do especialista do IPAC, Antônio Visco Bruno, que residiu na cidade nesse período para o acompanhamento dos serviços. “Foram montados ateliês para realizarmos emassamento, nivelamento, reintegração de partes faltantes e recomposição de perdas da estrutura do altar-mor, incluindo o forro do teto da capela, além do restauro dos outros dois altares secundários”, diz a coordenadora da Cores/IPAC, Kathia Berbert. “Também foi recolado o mármore Carrara original que tinha sido retirado e guardado na sacristia”, completa a especialista. Os restauradores localizaram ainda vários trabalhos artísticos, pinturas e a cor original do altar, em tom amarelo. O coro da igreja também foi recuperado.
A revitalização da Igreja Matriz de São Miguel Arcanjo foi um trabalho conjunto do IPAC com o apoio da Prefeitura e com o incentivo financeiro dos turistas, comerciantes e moradores da região, através do projeto ‘A Fé Restaurada’, sob a coordenação do padre Ednaldo Cardoso, que coleta doações de fiéis. “Uma parceria inovadora e que deu muito certo”, reafirmou Kathia Berbert, que disse ter ficado encantada com cada descoberta feita pelo IPAC na igreja, além das histórias que foram somadas a tantas outras desse patrimônio cultural. A campanha de restauração da igreja continua para que as obras de revitalização possam prosseguir.
O subgerente de Conservação e Restauração da Cores/IPAC, Cláudio Brito, informou que além da riqueza cultural da igreja, o local também guarda muitas histórias e um grande patrimônio. Tudo isso sem contar com imagens históricas, peças do tempo colonial e vários outros objetos. O próximo passo agora será a recuperação do forro da nave da igreja.
A capela que deu origem à igreja foi fundada no século XVI pelo padre jesuíta Luís Grã, contemporâneo de José de Anchieta. Mas apenas em 1723 foi construída a versão atual do templo religioso, que teve tombado em 2010 como Patrimônio Cultural da Bahia, sob o decreto 12.530/10.

A igreja foi fundada no século XVI pelo padre jesuíta Luís Grã, contemporâneo de José de Anchieta. (Divulgação)

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